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Cada vez mais vivemos bombardeados, pelo excesso de informação. Informação sobre tudo, sobre nada, relevante e irrelevante, interessante e desinteressante, útil e inútil.

Com a justificação de estarmos atualizados profissional e socialmente, consumimos “junk mail”, “newsletters”, revistas, programas de televisão e de rádio e mais um milhão de outros instrumentos de pseudo informação…

"O que eu aprendi com o Google é que nunca saberei o que deveria saber."

O mundo está mudando mais rápido do que jamais mudou. Estamos em um momento de Turing point que criam diversas disrupções. 

O mundo vive a era da informação e uma única edição de um dia de semana comum do jornal americano "The New York Times" tem mais conteúdo do que um inglês médio teria acesso em toda sua vida no início do século XVII. 

Se fosse armazenado de forma otimizada, o volume de informação em todo mundo nos mais diversos suportes analógicos e digitais ocuparia o equivalente a 295 trilhões de megabytes, ou 295 exabytes

Segundo os pesquisadores, a evolução no acúmulo de informação é uma prova de como a revolução digital mudou a vida e a cultura no planeta. Em 1986, cada ser humano tinha o equivalente a 539 megabytes (menos de um CD-Rom) de informação armazenada. O número de discos pulou para cerca de quatro em 1993, 12 no ano 2000 e 61 em 2007.

Mas qual a massa de dados gerada hoje?

Enviamos quase 3 milhões de emails por segundo, subimos 20 horas de vídeos no YouTube a cada 1 hora e o Google processa todos os dias 24 petabytes (1 petabyte equivale a 1000 terabytes) de informação. Como se ainda não bastasse, 50 milhões de tweets são escritos por dia e na Amazon são solicitados quase 73 produtos por segundo.

Uma família comum hoje preenche com informações 65 iPhones de 32GB por ano; daqui a seis anos, preencherá 318 smartphones. E quem trabalha com tecnologia — os chamados profissionais de TI — já tem um pesado fardo sobre seus ombros, lidando hoje com aproximadamente 230GB de dados. Em 2020, a carga da turma especializada em tech será de 1.200GB.

Vivemos em uma época em que tangibilizamos o sucesso pelo seu volume de informações e não ao seu legado de conquistas.

São muitos engenheiros palestrando sobre arranha-céu sem nunca terem construído uma casa.

Mas e as predições futuras sobre a morte da Tv, Smartphone, Notebooks,... irei ficar defasado???

As predições futuras dão a entender que o mundo caminha para um colapso tecnológico desconhecido. Pois condenamos as tecnologias existentes sem concretizar as tecnologias futuras.

Pois veja, se as TVs, smartphones, notebooks,.... Vão deixar de existir, já era tempo de sabermos quem irá substituí-los.

Temos conhecimento sobre IOT (Internet das coisas), realidade aumentada, exoesqueletos e sobre o que seria as tecnologias vestiveis, porém não sabemos ainda como consumiremos essas tecnologias.

Parece até que estamos evoluindo em um ritmo tão rápido que não estamos tendo tempo para montarmos o futuro.

Estamos viajando em um cenário futurista foda! Mas nossa realidade ainda é sinestésica e manual.

Muito se fala em robôs pika das galaxias, mas ao analisarmos com detalhes os robôs estão longe de terem um esteriótipo humanóide e mal passam pelo teste de Turing. (O teste propõe uma conversa entre um humano e um robô. Se o robô enganar 30% dos humanos então ele passa no teste. Esse teste foi criado há 50 anos atrás. Naquela época um adulto tinha somente 50mb de dados no cérebro e hoje um adulto possui mais de 3Gb de informações.)

Estamos viajando em uma utopia matrix que não existe e que está muito longe de nossa realidade!

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